Apresentação do espaço cultural Maison

Apresentação do espaço cultural do Consulado geral da França no Rio de Janeiro, uma contribuição da França ao projeto de revitalização no centro da cidade no Rio de Janeiro.

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A BiblioMaison recentemente renovada, se tornou um lugar incontornável da vida cultural do centro histórico. Num ambiente acolhedor o espaço propõe uma programação franco-brasileira intensa e diversificada como conferências, debates, exposições, projeções de documentários e degustação de vinhos e queijos. Tudo isso, em um amplo ambiente de 780 metros quadrados com painéis de vidros que possibilitam aos visitantes uma vista deslumbrante para a baía de Guanabara.
Venha conhecer !

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O espaço cultural

Quer se iniciar ao digital ou assistir a um filme, você procura um livro, um e-book, uma revista, um DVD, você precisa de um computador ou quer ler tranquilamente num sofá confortável?
Tudo isso é possível e gratuito na BiblioMaison!

Perto de 23.000 títulos em livre acesso
Acesso a Culturethèque, a biblioteca digital do Instituto francês,
Wi-Fi, computadores e tabletes a disposição
Televisão para assistir aos DVDs do acervo
Vários ambientes para ler, relaxar, uma mesa de trabalho e duas salas para estudar em silencio.

Um apoio para seus primeiros passos no mundo digital com os Super Conect@dos: toda sexta-feira entre 11h e 12h, a equipe da biblioteca lhe ajuda a dominar as bases da Internet e dos equipamentos informáticos.

O espaço abriga ainda o Campus France – serviço oficial de informações sobre os estudos superiores na França – com atendimento individualizado para estudantes que almejam fazer intercâmbio cultural na França.

O acervo

A BiblioMaison oferece em livre acesso um grande acervo de materiais em francês (mas também alguns livros em português!) Literatura contemporânea, histórias em quadrinhos, belas artes, cinema (livros e DVD’s), materiais pedagógicos, música (livros e CD’s), sessão infanto-juvenil, ficção cientifica, ciências sociais, filosofia, história, literatura clássica, ensaios.
Mesas temáticas: “Brésil”, “Détours en France” e “Vie pratique et loisirs”, seleções de novidades.

Quer consultar o acervo da Biblioteca?

Acesse o catálogo (gratuito). Se você já é sócio da Mediateca, crie também uma conta online e faça a gestão remota dos seus empréstimos, reservas e renovações.Clique aqui
Acesse também à biblioteca digital : Culturethèque.

O projeto arquitetónico

O projeto, assinado pela arquiteta Julia Abreu, diretora da Peckson Engenharia, em parceria com a arquiteta Ligia Tammela, transformou a antiga biblioteca do 11º andar em um amplo ambiente com 780 metros quadrados, com grandes painéis de vidro que possibilitam aos visitantes uma vista incrivel para a Baía de Guanabara. “O objetivo era valorizar a beleza do Rio de Janeiro e contribuir para que os amantes da cultura francesa pudessem aliar uma boa leitura ao melhor da culinária da França”, explica a arquiteta.

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Uma grande sala de reuniões poderá receber até 25 pessoas com vista para o Pão de Açúcar.

O desafio era grande: criar um ambiente acolhedor, moderno e que comportasse o acervo de mais de 20 mil títulos. Para isso, contou com a parceria de empresas de origem francesa como a Tok&Stok e a Fermob, que comercializa móveis para áreas externas na França. Para dar amplitude e integrar os ambientes, demoliu o antigo hall de entrada, eliminou paredes e investiu em placas de sinalização. “Isso permitiu que criássemos espaços amplos e livres de barreiras. As paredes só entraram onde era absolutamente necessário, como nas salas de estudo e de reunião”, explica a arquiteta. Os tons de cinza e preto da decoração ganharam mais personalidade com o castanho das cadeiras Charles Eams e das poltronas Egg verde-limão.

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Outra sala de reuniões menor poderá receber até 8 pessoas com vista na Baía de Guanabara

O salão central é ocupado por mesas de leitura e lounges com puffs e sofás, além de uma sala de estudos com capacidade para cinco pessoas e uma de reunião, que comporta até vinte pessoas. Para as crianças, o espaço infantil – com móveis da linha Bel Lobo desenvolvida para a Tok&Stok – oferece livros divididos por faixa etária. Na parte posterior, há também um ambiente multimídia, com televisões, computadores e tablets, onde se pode escutar música, assistir clássicos do cinema francês e ainda ler revistas e jornais digitais.

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Espaços confortáveis com pufs e sofás foram pensados para que os visitantes se sintam em casa.

No projeto anterior, prateleiras enormes obstruíam a vista para a Baía de Guanabara e escureciam o ambiente. Foi preciso desenvolver novas soluções para a exposição de todo o acervo, como as estantes rotatórias, criando-se um espaço sem a sisudez de uma biblioteca tradicional. “Na parte central, usamos apenas expositores baixos. As novas estantes altas foram alocadas nas laterais, não interferindo na entrada de luz natural, e contribuindo para a circulação de pessoas”, ressalta a arquiteta, acrescentando que o artista plástico brasileiro Ivonesyo Ramos e o fotógrafo francês Vincent Rosenblatt doaram obras para a midiateca.

O espaço, que antes possuía apenas um banheiro unissex, ganhou um toalete adaptado para portadores de necessidades especiais, além de WCs femininos e masculinos, com quatro e três cabines, respectivamente.

A história da biblioteca

A Embaixada da França e a Aliança Francesa – a última presente no Rio de Janeiro desde 1885 – sempre enxergaram a formação de acervos bibliográficos e documentais como pilar fundamental de suas ações culturais. Seguindo esta filosofia, logo em sua inauguração no ano de 1956, a Maison de France recebeu dois grandes acervos: o do Serviço Cultural da Embaixada da França da época e a da Aliança Francesa. O edifício passou a abrigar um número considerável de obras relativas a todas as áreas de conhecimento, além de uma sala de imprensa onde se encontravam todos os jornais franceses que vinham por malote aéreo.

Em 1961, as bibliotecas do Serviço Cultural da Embaixada e da Aliança Francesa foram reunidas para constituir a Biblioteca da Maison de France. De 1964 a 1985, durante o período da ditadura militar, ela foi um espaço de liberdade, trocas e acesso livre a diversas leituras consideradas “subversivas” no país, especialmente dos pensadores franceses de esquerda. Ao lado da então Faculdade de Filosofia e Letras da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a Maison de France surgia como um lugar preservado da censura e propício ao debate de ideias. Foi, portanto, durante os “anos de chumbo” que a Biblioteca adquiriu seu perfil universitário e sua vocação como lugar de agitação cultural.

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A biblioteca da Maison de France nos anos 60.

A mídia fala da Maison

Várias materias mencionaram a BiblioMaison, Jornal do Brasil, O Globo, Veja Rio, Casa Vogue e Marie Claire entre outros !

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publié le 15/06/2018

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