Brasil e França assinam acordo que amplia parceria de coprodução

Foi assinado, na segunda-feira 8 de maio, um acordo de coprodução cinematográfica e audiovisual entre França e Brasil.

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A cerimônia foi realizada na Embaixada da França em Brasília, com a presença do diretor-presidente da ANCINE Manoel Rangel e do Encarregado de Negócios da Embaixada francesa, Gaël de Maisonneuve.

Desde 2010, os dois países possuem acordo de coprodução para obras destinadas a veiculação em salas de cinema. Com a entrada em vigor do acordo assinado nesta segunda, passam a valer também, para efeitos de coprodução, as obras audiovisuais destinadas a uma primeira veiculação na televisão ou em qualquer outro modo de difusão, desde que regulamentado em ambos os países. O documento será agora encaminhado para ratificação no Congresso Nacional.

“Este é um momento para celebrarmos. A França tem uma das maiores e mais desenvolvidas indústrias audiovisuais do mundo. Este acordo chega para reforçar as relações bilaterais já existentes entre as duas nações e para encorajar o intercâmbio e as parcerias no setor audiovisual. Aumentamos com isso também a visibilidade das produções brasileiras no mercado internacional, não só nas salas de cinema, mas na televisão e em outras plataformas”, analisa o diretor-presidente, Manoel Rangel.

Gaël de Maisonneuve, Encarregado de Negócios francês, salientou que “o Brasil é o segundo país do mundo com o qual a França assina um acordo de coprodução, que inclui o setor audiovisual. Depois da assinatura no Rio de Janeiro, em março de 2017, pela Presidente do Centre National du Cinéma et de l’image Animée (CNC), Frédérique Bredin, de um protocolo de cooperação audiovisual com a ANCINE, esse novo acordo é mais um símbolo da intensidade dos laços entre os dois países no âmbito da produção cinematográfica e audiovisual”.

De acordo com o documento, para serem beneficiadas pela Acordo, as obras cinematográficas e audiovisuais deverão ser coproduzidas por, ao menos, uma empresa de produção estabelecida na Franca e uma no Brasil, reconhecidas e registradas na ANCINE e no Centre National du Cinéma et de l’image Animée – CNC. A proporção dos aportes financeiros respectivos do coprodutor de cada parte poderá variar de 20% a 80% do custo final do projeto.

publié le 16/05/2017

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